Postado 07 de junho de 2018

Casa-barco: como é se hospedar em uma?

Piquenique na proa-varanda da nossa casa-barco.

Sempre tive essa curiosidade, desde quando soube que existia uma. Mas foram muitos os “pré-conceitos” que me impediram de ficar em uma antes.

Na primeira viagem a Amsterdam, via as casas-barcos nos canais do Centro e ficava super curiosa, imaginando como seria lá dentro.

“Mas é lua-de-mel, então vamos ficar em um lugar melhorzinho, né?” – era o que tínhamos falado na época da reserva do hotel.

Na segunda viagem, ano passado, fiquei tentada a ficar em uma casa-barco linda, que tinha visto no site de troca de casas GuestToGuest. Mas meu marido, um pouco menos aventureiro e mais exigente que eu, achou “melhor não arriscarmos”.

“Será que é confortável? Vamos aguentar ficar lá balançando? Balança, né?” Eu, que não sabia a resposta para nada disso, fiquei em dúvida se era mesmo uma boa.

Quando meus sogros resolveram ir junto, aí eliminamos mesmo a possibilidade: “Não vai caber!”

Até que esse ano, voltando em altíssima temporada, com preços de hoteis comparáveis apenas a Londres e Paris, uma casa-barco disponível nas nossas datas no GuestToGuest chamou a atenção: ótima localização, moderninha, parecia ser confortável.

São só 4 dias, então, “vamos arriscar”!

O resultado? Nos surpreendemos positivamente em tantos aspectos:

Amamentando na casa-barco

1. Não balança! A nossa, pelo menos, que é bem grande, é tão estável que parece mais estar firme, presa à terra. O canal à sua frente tem a água bem parada, então realmente seria difícil imaginar algo que poderia balançá-la.

2. Não é pequena! É algumas vezes maior do que qualquer quarto de hotel ao nosso alcance na cidade. Em Amsterdam os imóveis costumam ser bem pequenos, por falta de espaço mesmo!

3. Não é um quarto, é mais parecido com um apart hotel espaçoso ou um grande “loft”, com banheiro espaçoso com duas pias e banheira, cama queen, sofá-cama grande, TV de LCD grande, mesa com 4 cadeiras, frigobar, microondas e até lareira! Tinha ainda uma pequena área de serviço com lavadora e secadora à nossa disposição – só não usamos porque ainda era o início da viagem.

4. Conforto de hotel 4 estrelas – roupa de cama e banho de excelente qualidade. Uma dúvida que recebo muito frequentemente sobre as trocas de casas é se levamos as nossas próprias roupas de cama e banho – não! A lógica das trocas é receber alguém como você gostaria que fosse recebido, e todos sabemos o quanto pesa levar roupas de cama e banho na mala… Então, assim como ofereço para quem fica na minha casa, sempre sou recebida com estes itens também!

Um moinho na vizinhança! – Foto por Débora Coutinho

5. A proa como varanda, com uma linda vista, o canal, outras casas-barcos lindas, com jardins e gramados… E viramos vizinhos de um moinho!

6. Ter um lugar para chamar de “seu” é mais um privilégio inexistente nos hoteis! Com nossa própria casa-barco, convidamos até a Débora Coutinho, para fazer um ensaio fotográfico na nossa linda “locação” – e ela trouxe um piquenique completo! O resultado? A linda foto do início deste post e mais várias maravilhosas! E sim, comemos tudo!

anfitriões da casa-barco trocada!

Anfitriões da casa-barco trocada!

7. E falando de vizinhos… Aí vem a melhor parte: ao nosso lado estava a casa-barco dos nossos anfritriões do Guesttoguest, com aquela hospitalidade que vimos de todos que se inscrevem no site: tinham as portas sempre abertas para o que precisássemos, sempre nos convidavam para entrar para um café e ainda deixavam ovos “frescos” (recém-postos pela galinha que tinham!) na nossa porta de manhã.

Essa experiência foi possível graças à minha plataforma de hospedagem queridinha, o GuestToGuest, que permite que mais de 250 mil pessoas viajem se hospedando de graça, trocando casas com outras pessoas com a mesma vibe!

No meu post mais lido, conto como funciona a troca de casas. Já leu?

Gostou? Então salve para depois ou compartilhe com o seu mundo:
Comente via Facebook
Comente no Blog